Pequenas Riquezas, Grandes Negócios(?)

Por Victor Mesquita

 

E no meio do caminho, Diego Ribas…

Graças ao presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, podemos hoje criar um novo posto de trabalho: comentarista de contratações do Flamengo.

Isto se deve à excelente gestão financeira, que encerrou o ciclo das vacas magras na Gávea e fez com que a imprensa ficasse em polvorosa, querendo saber como o Flamengo, que outrora espantava jogadores por sua inadimplência salarial, agora consegue contratar sem maiores problemas.

Enquanto na era do então presidente Márcio Braga cansávamos de ouvir que o dinheiro havia acabado, hoje, no mandato de Bandeira, dinheiro é o que não falta (ou ao menos é bem utilizado).

As finanças estão em ótima situação, as dívidas sendo pagas e estão investindo pesado no elenco rubro-negro.

Elenco esse que ainda não se tornou um time, pois não há homogeneidade entre os rubro-negros; faltam ajustes, mas o caminho está sendo percorrido. E, no meio deste, não encontramos somente pedras, mas também Paolo Guerrero, Leandro Damião – e agora Diego Ribas.

Ao contrário de seu parceiro mais famoso – Robinho –, Diego não teve uma passagem pela Europa tão noticiada. Não jogou em clubes tão expressivos para a mídia, mas, talvez, tenha sido a peça mais importante onde atuou. Principalmente pelo Wolfsburg, da Alemanha.

Aos 31 anos, Diego deixa de ser o Menino da Vila e retorna ao Brasil para se tornar o Homem do meio campo da Gávea, posto esse que, desde 2009 com Petkovic, encontra-se vago.

Com habilidade e inteligência de sobra, a esperança é que Diego seja a peça que falta ao quebra-cabeça do time da Gávea, o cérebro do time, aquele que fará o time dar liga, jogar e alcançar novo patamar.

Seria a hora de deixar de lado o 4-3-3 e investir num esquema em que o time possa ser mais compacto?

diego damiao guerrero

Explico: hoje o Flamengo possui cabeças de área mais habilidosos, como Mancuello e William Arão – que inclusive marca vários gols e aparece como elemento surpresa dentro da área -; e ainda há Cuellár, que poderia ser um falso líbero, num 3-5-2 similar ao utilizado em 2009.

Laterais rápidos como Jorge, Rodinei (ou Pará), com mais liberdade para atacar e,  graças aos cabeças de área, menos responsáveis por marcar.

Zagueiros de qualidade, alternando a “dupla” entre um rápido e um mais lento (porém experiente), fazendo com que se completassem.

E um atacante como Guerrero, que neste esquema poderia subir de produção rapidamente.

Por outro lado, jogadores como Éverton, Sheik e Marcelo Cirino ficariam no banco e poderiam substituir os pontas, uma vez que não seriam tão necessários e não vêm fazendo por onde.

E Diego? Seria o cara da visão de jogo.

O investimento foi feito, mas não existe almoço grátis: em troca queremos bola na rede!

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